A paz, aos 50 anos, nasce do confronto

A paz, aos 50 anos, nasce do confronto

Durante todos estes anos acreditei que a sensação de paz fosse a ausência completa de conflitos, problemas, dificuldades. Exatamente por conta dessa ideia equivocada, assim que perdi meu emprego de mais de vinte anos (minha falsa ‘ilha de segurança’), me vi forçada pelas circunstâncias a, finalmente, buscar o que classificava com ‘uma vida mais simples e mais pacífica’.

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Transgênero: conceitos, preconceitos, verdades ‘seguras’, convenções…

Transgênero: conceitos, preconceitos, verdades ‘seguras’, convenções…

A personagem Ivana, da novela global ‘Força do Querer’, revelou recentemente para sua ‘tradicional’ e ‘bem-estruturada’ família, em um dos capítulos da trama, que não é do gênero feminino, mas sim masculino, ou seja, é um transgênero masculino. Para ela, não há mais dúvidas sobre a sua real identidade/identificação/gênero, a questão agora estava muito além: “Preciso saber se vocês vão me aceitar?”. Cacetada! Minha cabeça deu um looping!

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The Walking Dead brasileiro

The Walking Dead brasileiro

Quando assisti ao filme ‘A Volta dos Mortos-Vivos’, em meados da década de 1980, tinha 19 anos e era aficionada, assim como a minha mãe, por películas de terror. Fiquei impressionada. Afinal, o roteiro era bizarro, completamente absurdo, contando a história de uma cidade que, graças a um vazamento de uma substância estranha, vê seus antepassados literalmente saindo das tumbas dos cemitérios para o pânico geral dos moradores …

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Para se viver um amor…

Para se viver um amor…

Para se viver um amor é preciso estar absolutamente feliz e satisfeito com o que se construiu na vida. Ser profundamente grato por estar vivo e participar deste grande experimento divino. Ter um ‘que’ de autossuficiência, não para descartar o outro, mas para não jogar em cima dele a responsabilidade de resolver o que apenas nós mesmo podemos fazer. Para poder compartilhar do melhor e esperar compreensão e solidariedade do pior.

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Construindo os seus horizontes

Construindo os seus horizontes

Eu nunca fui muito de acreditar e reconhecer a força inspiradora e realizadora de ações ritualísticas. E chamo que ações ritualísticas quase tudo o que fazemos na vida, até mesmo escovar os dentes, desde que o ato esteja revestido dessas energias que nos impulsionam para a concretização e algo. Escrever, por exemplo, é extremamente ritualístico.  Todo jornalista ou escritor cumpre um ritual antes, durante e depois de buscar organizar e expressar suas idéias. E acredite, a coisa tem uma força que muitas vezes é subestimada pelo nosso pensamento lógico e cortical.

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Aqui é o “Nosso Lar”

Aqui é o “Nosso Lar”

Assisti há alguns anos o filme ‘Nosso Lar’, baseado no livro espírita de Chico Xavier, que conta a história do espírito André Luiz. Saí meio escondida, antes das luzes se acenderem, um pouco envergonhada da minha cara inchada de tanto chorar. Pensei que fosse me afogar, tantas lágrimas pululavam dos meu olhos sem controle algum. Sentimentos profundos e intensos me perpassaram durante os 80 minutos da película.

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Jonas e a Baleia: mito da imortalidade

Jonas e a Baleia: mito da imortalidade

A vida costuma nos mandar avisos: às vezes um leve roçar na pele, outras vezes um tapa mais consistente e de outras ainda, nos derruba no chão com um soco ou nos dá uma rasteira. Tenho muito medo de não estar atenta a esses avisos, porque, geralmente, eles vão ficando mais fortes à medida em que não nos conscientizamos daquilo que precisa ser transformado e revisto. Tenho acompanhado pessoas passando por situações traumáticas e limite, muitas delas próximas da morte física, sem que qualquer consideração ou conscientização seja feita. Não há perguntas e, portanto, não há respostas. Se volta àquela vidinha que se levava antes, sem qualquer modificação.

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Dormindo com a mamãe !

Dormindo com a mamãe !

Quando tinha uns dois anos, numa madrugada fria, meu filho, Davi, me chamou: “Mamaê!”. Fui até o quarto e ele estava em pé no berço: “Cóio!”. Peguei ele pelos braços e forcei delicadamente que se deitasse de novo. “Filho, você dorme no bercinho e mamãe na cama. Durma meu filho”. Ele levantou de novo e disse: “Mamaê, cóio!”.

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