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Você conhece as Perennials? São uma nova geração de mulheres

Você conhece as Perennials? São uma nova geração de mulheres

Nada como ir a um médico e folhar algumas revistas que jamais compraríamos e que servem para dar uma atualizada no movimento das mulheres (revista feminina) . Mas as vezes alguns assuntos aparecem nessas revistas de conteúdo razoável e achei interessante esse novo conceito de  mulheres que  já passaram dos 40 anos (algumas dos 50), mas têm hábitos típicos da geração Y: não se prendem a empregos convencionais, acompanham tendências sem virar escravas, trocam de parceiros se estiverem infelizes e não têm medo de mudanças. Símbolos de uma nova leva de mulheres, em que idade é o que menos importa, ganharam até termo próprio. São as PERENNIALS, mais felizes, independentes e donas de si.

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Novembro Azul e a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata

Novembro Azul e a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata

O câncer de próstata é o foco de mais uma edição da campanha Novembro Azul, organizada pela Sociedade Brasileira de Urologia. O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. Somente entre 2016 e 2017, 61,2 mil novos casos foram estimados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

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Já ouviu falar em moradia compartilhada ?

Já ouviu falar em moradia compartilhada ?

Marta Monteiro, especialista no Mercado Imobiliário, e Veronique Forat, especialista em Marketing de Relacionamento, se conheceram em julho de 2016, num workshop e perceberam que tinham muito em comum: além de ainda terem energia de sobra, tinham vontade de continuar trabalhando e estavam abertas a aproveitar sua experiência e conhecimentos para talvez fazer algo diferente.

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A paz, aos 50 anos, nasce do confronto

A paz, aos 50 anos, nasce do confronto

Durante todos estes anos acreditei que a sensação de paz fosse a ausência completa de conflitos, problemas, dificuldades. Exatamente por conta dessa ideia equivocada, assim que perdi meu emprego de mais de vinte anos (minha falsa ‘ilha de segurança’), me vi forçada pelas circunstâncias a, finalmente, buscar o que classificava com ‘uma vida mais simples e mais pacífica’.

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