Dia 21 de setembro é o Dia Mundial do Alzheimer. Escolas de ginástica cerebral do país estarão de portas abertas para incentivas a população a manter o cérebro saudável, evitando o aparecimento da doença

Nesta quinta-feira, 21 de setembro de 2017, é o Dia Mundial do Alzheimer, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para promover a conscientização da população sobre a doença. A rede de escolas de ginástica para o cérebro do Método SUPERA, que está presente em todos os estados do Brasil, participa oferecendo oficinas e aulas gratuitas que ensinam a cuidar da saúde do cérebro para chegar à terceira idade com qualidade de vida e boa memória.

A ação visa incentivar a população a cuidar do cérebro, praticando exercícios que retardam o declínio cognitivo comum ao avanço da idade.

Segundo os especialistas da rede SUPERA, alguns hábitos ajudam a manter a saúde do cérebro, como a prática regular de exercícios físicos, qualidade do sono, boa alimentação e, é claro, estímulos para os neurônios, que melhoram a memória, a concentração e o raciocínio.

Solange Jacob, Diretora Pedagógica Nacional do Método SUPERA, afirma que existem estudos que apontam que o nosso cérebro começa a ter declínios cognitivos a partir da segunda década de vida – ou seja, a partir dos 20 anos de idade. Este é um dos motivos que mostra a importância de cuidar da sua saúde durante toda a vida, e não apenas na terceira idade.

“Graças à neuroplasticidade – capacidade do cérebro em se modificar e criar novas conexões neurais -, a ginástica cerebral mantém as funções do cérebro, sem os efeitos colaterais dos remédios. Desta forma, é possível afirmar que é uma prática sem consequências negativas para a saúde que mantém habilidades como memória, coordenação motora, raciocínio e concentração”, complementa Solange, que também é mestranda em Educação com ênfase em processos cognitivos pela Universidade Europeia Miguel de Cervantes, da Espanha.

A ginástica cerebral fortalece as conexões entre os neurônios, melhorando resolução de problemas complexos, inteligência emocional, agilidade, flexibilidade mental e liderança estratégica, consideradas as melhores habilidades para ter sucesso no mundo atual.

Além de melhorar a performance do cérebro, os exercícios para o cérebro são importantes para a aprendizagem e o adiamento de declínio cognitivo. Hoje, 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão, muitas delas por uso indiscriminado de medicamentos e outras condições de saúde mental.

Ficar mentalmente afiado e enfrentar o declínio cognitivo relacionado ao envelhecimento está se tornando uma prioridade máxima, uma vez que a expectativa de vida está aumentando no mundo.

COMO FUNCIONA A GINÁSTICA CEREBRAL?

No curso de ginástica cerebral, os alunos aprendem com um material didático lúdico, diferente e desafiador composto por jogos online e de tabuleiro, ábaco (ferramenta oriental para cálculos), dinâmicas em grupo, apostilas com exercícios cognitivos e as neuróbicas, atividades que funcionam como aeróbica para os neurônios.

Atenção para aprender com mais facilidade e ir bem nos estudos. Agilidade de raciocínio para negociação e liderança no trabalho. Autoconfiança para comunicação e proatividade. Maior capacidade de memória e autonomia para ter mais saúde e qualidade de vida. Estes são alguns dos benefícios colhidos pelos nossos alunos. Com estas habilidades, o aluno melhora seu desempenho nos estudos, na carreira e na vida pessoal.

Novidade, variedade e desafio crescente: é disso que o cérebro precisa para manter-se ativo e saudável e é exatamente esta a base da nossa metodologia.

DEPOIMENTOS COMPROVAM EFICÁCIA DA GINÁSTICA CEREBRAL

A neurociência já comprovou que o cérebro começa apresentar declínio de alguns aspectos do desempenho cognitivo antes mesmo dos 30 anos de idade, quando temos os primeiros lapsos de memória, dificuldades para se concentrar e lentidão de raciocínio.

A boa notícia é que o cérebro compensa parte do declínio cognitivo, baseando-se em experiências e conhecimentos adquiridos. Isso mostra que seguir aprendendo coisas novas e “rechear a mente” com experiências e informações de qualidade podem ajudar a compensar parte da perda cognitiva.

Os alunos que praticam ginástica para o cérebro com a metodologia do Supera são as maiores provas dos benefícios da ginástica cerebral.

“Eu sentia necessidade de exercitar o cérebro, principalmente porque tenho caso de Alzheimer na família. O curso veio em boa hora, com minha aposentadoria. Percebi melhoras na memória, nas atividades do dia a dia, como lembrar onde guardei as coisas, horários de consultas médicos e outras tarefas”, afirma a aluna Maria Santana de Souza, 71 anos, de Londrina (PR).

Mas não são só os idosos que colhem os benefícios da prática. É importante exercitar o cérebro desde cedo, já que nosso cérebro começa a ter as primeiras falhas de memória aos 30 anos de idade.

“Depois que comecei a praticar ginástica para o cérebro, retenho com muito mais facilidade o que leio ou escuto, além de conseguir fazer até cálculos mentalmente. Também ajudou a melhorar minha autoestima e segurança, o que faz com que eu me posicione melhor diante de várias situações do cotidiano”, conta Priscila Webber, de 36 anos, aluna do Método SUPERA Passo Fundo (RS).

 


Isabella Rabelo /
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